Home Artigos Notícias O nobre trabalho de formar cães-guias

O uso de cão-guia como auxiliar para a mobilidade de pessoas com deficiência visual, comum em muitos países, ainda tem pouco espaço no Brasil. Estima-se que por aqui existam cerca de 100 animais preparados para fazer este tipo de tarefa. o número de cegos esperando um vida melhor chega a 500 mil.

A preocupação com este quadro nacional motivou, em 2002, a criação do Instituto Iris Cão-Guia, entidade sem fins lucrativos que visa melhorar a qualidade de vida e a inclusão social das pessoas com este tipo de deficiência.

Nesses 13 anos de existência, o Iris registra a doação de 30 cães-guias. A lista do Iris contabiliza, atualmente, cerca de 1.380 pessoas à espera para receber um animal. A entidade defende a criação de políticas públicas para estimular o apoio da iniciativa privada no treinamento de cães-guia.

Preparar um animal para conduzir uma pessoa cega exige muito tempo de trabalho e também um bom investimento. Segundo dados do Iris, o custo do treinamento de um animal fica em torno de R$ 30 mil.

A formação do cão-guia exige treinamento especializado no exterior e no país. O Iris arca com as despesas de passagens, estadias, alimentação de treinadores e das pessoas com deficiência visual, além de outros gastos de custeio do projeto.

Outro problema enfrentado é o envelhecimento dos cães-guias, o que leva à necessidade de aposentar o animal. Ou seja, mais trabalho para formar novos animais para exercer esta atividade.

O caminho para financiar a iniciativa é contar com doações de pessoas físicas e jurídicas. Para mais informações, basta ligar para (11) 2276-0148 ou enviar e-mail para contato@iris.com.br. Acesse a página do Instituto Iris.

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