Home Artigos Segurança aos animais: saiba mais sobre a microchipagem

O conceito de guarda responsável vem disseminando uma nova prática, ainda não tão usual no Brasil, contudo, muito feita no exterior e que promete maior segurança para os animais de estimação: a microchipagem.

Trata-se de um método de identificação eletrônica composto por um microchip e uma antena, que envia sinais de radiofrequência para uma leitora em forma de números. Esta sequência numérica é cadastrada no banco de dados nacional e é intransferível, uma vez de um animal, será dele sempre, facilitando a localização.

O microchip é implantado na nuca e apenas médicos veterinários podem colocar. O chip (chamado de transponder) é esterilizado e todos os materiais utilizados em sua composição são biocompatíveis.

Muito parecido com qualquer injeção subcutânea, como as vacinas, a implantação não demanda nenhum tipo de preparação específica, não causa desconforto e não requer qualquer tipo de manutenção com o passar do tempo.

Para garantir ainda mais segurança ao pet, os componentes eletrônicos foram encapsulados em BioVidro, um material que não gera nenhum tipo de reação no corpo do animal, além disso, há um dispositivo antimigratório, que é uma película que impede que o transponder saia do lugar e fique “vagando” pelo corpo do bichinho.

Os preços para esse serviço podem variar de R$50 a R$100, dependendo da cidade, por tratar-se de um serviço relativamente novo e ainda não regulamentado.

Os países que já utilizam os microchips mostraram um resultado extremamente positivo. A cidade de Americana-SP, é uma das pioneiras no Brasil a implantar a obrigatoriedade, e a tendência é que em pouco tempo, todos os países incorporem essa solução, conseguindo resgatar cada vez mais animais perdidos e principalmente diminuindo a taxa de mortalidade.

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