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De olho no calendário de vacinação contra a raiva animal

O carioca que tem animal de estimação precisa ficar alerta com o calendário da edição deste ano do Rio Sem Raiva, campanha de vacinação antirrábica promovida pela prefeitura da cidade por meio da Vigilância Sanitária, que começou no último sábado, dia 24 de outubro.

A campanha deste ano vai atender em um total de 345 locais de vacinação em vários pontos da cidade. Estes pontos funcionarão em esquema de rodízio, das 8 às 17 horas, somente aos sábados, durantes seis semanas seguidas.

Este ano, a Vigilância Sanitária trabalha com a meta de imunizar 556 mil animais este ano. A população de cães e gatos na cidade é estimada em 695 mil, de acordo com o órgão. Saiba mais sobre o calendário de vacinação clicando aqui ou pelo telefone 1746.

Na hora da vacinação, os cães deverão estar com coleira e guia, e os gatos em sacolas de pano ou em gaiolas apropriadas. Animais com temperamento agressivo devem estar com focinheira. Sintomas como dores no local vacinado, febre e comportamento mais quieto do animal podem ocorrer por até 36h após a aplicação. As vacinas são repassadas pelo Ministério da Saúde, responsável pela aquisição.

A raiva é uma doença que compromete o sistema nervoso do homem, sendo incurável e com índice de letalidade próximo a 100%. É uma zoonose viral e todos os mamíferos estão suscetíveis ao vírus da raiva, podendo transmiti-la. Mas cães, gatos e morcegos são os principais transmissores. A vacina é a única maneira de controlar a doença.

Caso uma pessoa seja mordida por um desses animais, deve lavar o local machucado imediatamente com água e sabão e procurar a unidade de saúde mais próxima, onde receberá os primeiros cuidados e será encaminhada para uma das unidades especificas que funcionam como polo de profilaxia da raiva. Se possível, é aconselhado isolar o animal por 10 dias, para ver o grau de manifestação da doença, e informar se tem dono e o endereço onde habita.

A raiva está controlada e sem apresentar registro de casos há mais de 25 anos no Rio, mas ainda oferece risco à população, pois a cidade conta com um número alto de morcegos, cachorros e gatos, principais transmissores do vírus.

Após o término da campanha, a vacinação vai continuar em dois postos permanentes, que ficam no Instituto de Medicina Veterinária Jorge Vaitsman, na Av.Bartolomeu Gusmão, 1120, em São Cristóvão, e no Centro de Vigilância e Fiscalização Sanitária em Zoonoses Paulo Dacorso Filho, no Largo do Bodegão, 150, em Santa Cruz.

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